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# Ministro da Defesa do Japão, questionado sobre “estruturas semelhantes a aviões das FAD em deserto chinês”, diz que “expansão da atividade militar chinesa é um fato”
- URL: https://www.bexus.info/20261024-news-106-pt/
- Published: 2026-10-24T08:07:42.000Z
- Updated: 2026-10-24T10:48:26.000Z
- Description: Questionado no dia 23 sobre análise que aponta estruturas semelhantes a aviões das FAD, como o E-767, em deserto chinês, o ministro da Defesa, Koizumi, evitou avaliá-la, mas disse que “é fato que a China expande e intensifica sua atividade militar em torno do Japão”.
- Author: Alfred Kim
- Tags: portuguese, 인도태평양

TÓQUIO

O ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi (小泉進次郎), afirmou na manhã do dia 23, em entrevista coletiva após reunião de gabinete realizada no saguão do primeiro andar do anexo da Câmara dos Representantes, que "é fato que a China está expandindo e intensificando sua atividade militar em torno do Japão". Foi a resposta a uma pergunta sobre se o governo havia confirmado a análise de um centro de estudos segundo a qual estruturas semelhantes a aeronaves das Forças de Autodefesa (FAD), como o avião de alerta antecipado e controle E-767 da Força Aérea de Autodefesa, foram instaladas em uma área desértica da China. Koizumi disse que se absteria de avaliar casos individuais, incluindo essa análise. Na mesma semana, o Estado-Maior Conjunto do Japão anunciou sucessivamente atividades de cinco navios da Marinha chinesa e três aeronaves militares Y-9 em torno do Japão.

## Repórter pergunta se o governo confirmou estruturas semelhantes a aviões das FAD como o E-767

A entrevista ocorreu das 8h42 às 8h47 de sexta-feira, dia 23, no horário local. Segundo a transcrição divulgada pelo Ministério da Defesa, houve três perguntas no total naquele dia, e a troca sobre a China foi uma só, a segunda pergunta. A primeira tratou das expectativas em relação às consultas em nível técnico que o Partido Liberal Democrata e o Partido da Inovação do Japão começarão no mês que vem, antes da revisão, ainda neste ano, dos três documentos de segurança. Koizumi respondeu que instruiu os órgãos administrativos do ministério a manter comunicação suficiente com os partidos governistas e que o ministério continuará cooperando estreitamente com eles.

Quem fez a pergunta apresentou primeiro o conteúdo de uma reportagem. Segundo a pergunta, um jornal japonês noticiou, como análise do centro de estudos Instituto Japonês de Fundamentos Nacionais, que "em uma área desértica da China foram instaladas estruturas semelhantes a várias aeronaves das FAD, como o avião de alerta antecipado e controle E-767 da Força Aérea de Autodefesa (中国の砂漠地帯において、航空自衛隊の早期警戒管制機Ｅ－７６７など複数の自衛隊機に類似した構造物が設置されている)".

Em seguida, foram feitas duas perguntas. Uma foi "o governo, como governo, confirmou essas estruturas? (この構造物について政府として確認はしているのでしょうか)". A outra foi "se houver alguma análise ou avaliação sobre a instalação, em um deserto chinês, de estruturas que imitam aeronaves das FAD, gostaria de ouvi-la (自衛隊機に似せられた構造物が中国の砂漠に設置されていることへの分析や受け止めがあれば伺います)".

O único local apontado na pergunta para as estruturas foi "uma área desértica da China (中国の砂漠地帯)". O ministério não confirmou nem negou naquele dia a existência das estruturas.

## Koizumi evita avaliações individuais, mas afirma como fato a expansão da atividade militar chinesa

Koizumi começou mencionando o papel dos centros de estudos. "Em geral, creio que é significativo que centros de estudos divulguem diversas informações, análises e avaliações, que o debate se torne ativo e que se compartilhe a compreensão com a sociedade (一般に、シンクタンクが様々な情報や分析・評価を発信して、議論が活発に行われて、世の中と認識が共有されていくことは有意義なことだと思います)", disse Koizumi.

Em seguida, Koizumi respondeu: "Abstenho-me de dar a nossa avaliação sobre cada conteúdo individual, incluindo o caso apontado, mas é fato que a China está expandindo e intensificando sua atividade militar em torno do nosso país (御指摘の件を含む個別の内容の逐一についての我々の評価は控えますが、中国が我が国周辺での軍事活動を拡大・活発化させていることは事実です)".

Koizumi não respondeu se o governo havia confirmado diretamente as estruturas.

## Ministro classifica tendências militares chinesas como grave preocupação do Japão e da comunidade internacional

Koizumi encerrou a resposta assim: "Essas tendências militares da China, entre outras, são uma grave preocupação para o nosso país e para a comunidade internacional, e pretendemos continuar a acompanhá-las com forte interesse e a responder com calma e firmeza (こうした中国の軍事動向等は我が国と国際社会の深刻な懸念であり、引き続き、強い関心を持って注視しながら、冷静かつ毅然と対応していく考えです)."

Depois dessa pergunta veio uma sobre a Rússia, e não houve novas perguntas sobre as estruturas chinesas. Pediu-se a posição do ministro sobre o anúncio do Ministério das Relações Exteriores da Rússia de que considera "ato hostil" a venda de drones à Ucrânia pela empresa japonesa Terra Drone e de que responderá com rigor. Koizumi disse que a Rússia é um dos maiores exportadores de armas do mundo, usa mísseis e munições norte-coreanos nos ataques à Ucrânia e envia soldados norte-coreanos ao campo de batalha, o que classificou como clara violação de resoluções da ONU. Disse também que não há problema enquanto empresas privadas japonesas atuarem de acordo com a lei.

O ministro fez dois anúncios por iniciativa própria no início da entrevista. Um foi a conclusão da coordenação com o lado americano para fechar o heliponto "LZ Phoenix", em Camp Schwab, na província de Okinawa, depois de concentrar suas funções reformando o vizinho "LZ Rail". Segundo o ministro, o Comitê Conjunto Japão-EUA acordou na véspera realizar obras de preparação do terreno e outras como parte da reforma do LZ Rail. Koizumi disse que a data do fechamento será anunciada separadamente. O outro foi a agenda da visita ao Japão do ministro da Defesa da Finlândia, Antti Häkkänen, no dia 26, para uma reunião dos ministros da Defesa dos dois países.

## Estado-Maior Conjunto diz que 5 navios chineses passaram pelo Estreito de Osumi e por águas de Miyako nos dias 16 e 17

No dia 20, três dias antes da entrevista do ministro, o Estado-Maior Conjunto anunciou o deslocamento de dois navios da Marinha chinesa. Segundo o anúncio, a Força Marítima de Autodefesa do Japão identificou por volta das 23h de sexta-feira, dia 16, um contratorpedeiro lança-mísseis da classe Luyang III (casco 121) e um navio de apoio de combate rápido da classe Fuyu (casco 901) da Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLAN) navegando para sudeste em águas a cerca de 140 km a oeste da ilha de Kuchinoerabu.

Os dois navios continuaram navegando para leste no dia seguinte, 17, e passaram pelo Estreito de Osumi rumo ao Oceano Pacífico. O Estado-Maior Conjunto informou que "meios da Força Marítima de Autodefesa monitoraram as atividades desses navios (JMSDF assets monitored the activities of these vessels)". Não divulgou os nomes dos navios ou aeronaves empregados no monitoramento.

Um dia antes, no dia 19, o Estado-Maior Conjunto também havia anunciado os movimentos de três navios da Marinha chinesa. Isso ocorreu no mesmo período, de 16 a 17, em que os navios 121 e 901 se deslocaram em direção ao Estreito de Osumi.

Segundo esse anúncio, a Força Marítima de Autodefesa identificou por volta das 16h de sexta-feira, dia 16, três navios da Marinha chinesa avançando para nordeste em águas a cerca de 220 km ao sul da ilha de Miyako, na província de Okinawa. Eram um contratorpedeiro lança-mísseis da classe Luyang III (casco 122), uma fragata da classe Jiangkai II (casco 576) e um navio de reabastecimento da classe Fuchi (casco 889). No sábado, dia 17, os três navios passaram para noroeste pelas águas entre a ilha principal de Okinawa e a ilha de Miyako e seguiram para o Mar da China Oriental.

O Estado-Maior Conjunto informou que aviões de patrulha P-1 da 1ª Ala Aérea (Kanoya) e da 5ª Ala Aérea (Naha) da Força Marítima de Autodefesa realizaram vigilância e coleta de informações.

## Aviões Y-9 de patrulha e de coleta de informações aparecem dois dias seguidos sobre o Mar da China Oriental e o Pacífico, e caças da FAAD decolam em emergência

O Estado-Maior Conjunto também divulgou no dia 23 dois anúncios sobre atividades de aeronaves militares chinesas. Segundo o primeiro, a Força Aérea de Autodefesa detectou aeronaves militares chinesas sobre o Mar da China Oriental e o Oceano Pacífico na terça-feira, dia 20\. Os modelos indicados no "resumo das atividades" anexo são um avião de patrulha Y-9 e um avião de coleta de informações Y-9\. O Estado-Maior Conjunto informou que "caças da Força Aérea de Autodefesa decolaram em emergência para monitorar a atividade dessas aeronaves (JASDF fighters conducted scrambles to monitor the activity of these aircraft)".

O segundo anúncio trata da situação do dia seguinte. A Força Aérea de Autodefesa detectou um avião de coleta de informações Y-9 sobre o Mar da China Oriental e o Oceano Pacífico da manhã à tarde de quarta-feira, dia 21, e caças decolaram em emergência novamente. Nenhum dos dois anúncios informou quantos caças decolaram.

## Navios chineses também saíram pelo Estreito de Osumi no verão e voltaram pelas águas entre as ilhas

O Estreito de Osumi e as águas entre Okinawa e Miyako também apareceram repetidamente em anúncios do Estado-Maior Conjunto neste verão. Segundo o anúncio de 7 de julho, a Força Marítima de Autodefesa identificou por volta das 4h daquele dia um contratorpedeiro lança-mísseis da classe Luyang II (casco 153) e uma fragata da classe Jiangkai II (casco 599) da Marinha chinesa navegando para oeste em águas a cerca de 50 km a nordeste da ilha de Amami Oshima, na província de Kagoshima. Os dois navios passaram entre Amami Oshima e a ilha de Yokoate, navegaram para sudoeste e seguiram para o Mar da China Oriental. O Estado-Maior Conjunto informou que o contratorpedeiro 153 é o mesmo navio que passou para leste pelo Estreito de Osumi em 29 de junho, e a fragata 599, o mesmo que passou para sudeste entre a ilha principal de Okinawa e a ilha de Miyako em 26 de junho. Na ocasião, um avião de patrulha P-1 da 1ª Ala Aérea (Kanoya) e um avião de patrulha P-3C da 5ª Ala Aérea (Naha) fizeram a vigilância.

O anúncio de 30 de julho seguiu a mesma linha. A Força Marítima de Autodefesa identificou por volta das 4h daquele dia uma fragata da classe Jiangkai II (casco 546) e um contratorpedeiro lança-mísseis da classe Renhai (casco 101) navegando para noroeste em águas a cerca de 100 km a nordeste da ilha de Miyako. Os dois navios passaram entre a ilha principal de Okinawa e a ilha de Miyako e seguiram para o Mar da China Oriental. O Estado-Maior Conjunto informou que a fragata 546 é o mesmo navio que passou para leste pelo Estreito de Osumi em 27 e 28 de junho, e o contratorpedeiro 101, o mesmo que o fez em 28 de junho. A fragata 546 também passou para noroeste entre a ilha principal de Okinawa e a ilha de Miyako em 25 de julho e depois deu meia-volta a sudoeste da ilha de Kume, passando para o sul pelas mesmas águas. A tabela de atividades do anúncio também registra um navio de reabastecimento da classe Fuchi (casco 902) nas travessias de 27 e 28 de junho e de 25 de julho. Na ocasião, o "Hamana" (Sasebo), da 1ª Unidade de Abastecimento Marítimo da Força Marítima de Autodefesa, e um P-3C da 5ª Ala Aérea (Naha) ficaram a cargo da vigilância.

## Em julho, 3 navios chineses subiram ao longo do arquipélago japonês com uma fragata russa

Houve também um movimento de maior escala. Segundo o anúncio de 29 de julho do Estado-Maior Conjunto, um contratorpedeiro lança-mísseis da classe Renhai (casco 103), um contratorpedeiro lança-mísseis da classe Luyang III (casco 124) e um navio de reabastecimento da classe Fuchi (casco 903) da Marinha chinesa, junto com uma fragata da classe Steregushchiy (casco 343) da Marinha russa, passaram para o sul entre a ilha principal de Okinawa e a ilha de Miyako em 16 de julho.

Os quatro navios passaram depois, sucessivamente, por águas a sudoeste da ilha de Okinotori no dia 19; a sudeste da ilha de Minami-Iwo e a leste da ilha de Iwo no dia 21; a sudeste e a noroeste de Inubosaki, na província de Chiba, no dia 23 (com o navio da classe Renhai registrado separadamente nesse dia); e a sudeste do Cabo Nosappu, em Hokkaido, no dia 25\. Por volta das 8h do dia 27, navegaram para oeste em águas a cerca de 70 km a nordeste do Cabo Soya, em Hokkaido, e deixaram a área pelo Estreito de Soya. O Ministério da Defesa e as FAD fizeram vigilância e coleta de informações com o "Suzunami" (Ominato), da 4ª Esquadra de Superfície da Força Marítima de Autodefesa, o "Kumataka" (Yoichi), da 5ª Unidade de Patrulha e Defesa, e um P-3C da 2ª Ala Aérea (Hachinohe).

Segundo o anúncio de 3 de agosto do Estado-Maior Conjunto, os três navios chineses que se deslocaram com a fragata russa em julho reapareceram por volta das 21h de 2 de agosto em águas a cerca de 50 km a nordeste de Tsushima, na província de Nagasaki. Os três navios passaram para sudoeste pelo Estreito de Tsushima nos dias 2 e 3 e seguiram para o Mar da China Oriental. Na ocasião, o "Shirataka" (Sasebo), da 3ª Unidade de Patrulha e Defesa da Força Marítima de Autodefesa, e um P-1 da 4ª Ala Aérea (Atsugi) ficaram a cargo da vigilância e da coleta de informações. A fragata russa não aparece no anúncio de agosto.

## Ministério também citou em junho porta-aviões, exercícios em torno de Taiwan e drones como exemplos da expansão da atividade chinesa

Expressões semelhantes à resposta de Koizumi no dia 23 também surgiram em uma entrevista do ministério em junho. Na entrevista coletiva do gabinete de porta-voz do Ministério da Defesa, realizada em 2 de junho na sala de imprensa do ministério, pediu-se a posição japonesa sobre a rejeição, como "hipócrita", por parte de vice-porta-voz da chancelaria chinesa, da proposta de diálogo feita por Koizumi à China na Cúpula de Segurança da Ásia (Diálogo Shangri-La).

O porta-voz afirmou que o lado chinês reiterava alegações sem base em fatos diante das observações de Koizumi, qualificando a reação como lamentável. Em seguida, o porta-voz apresentou números. Os gastos de defesa da China, contando apenas a parte divulgada, somam cerca de 40,1 trilhões de ienes, um aumento de 15,4 trilhões de ienes em quatro anos desde a elaboração dos três documentos de segurança anteriores. Com base no relatório anual do Departamento de Guerra dos EUA, a resposta citou também avaliações de que as ogivas nucleares da China estavam na casa de pouco mais de 600 em 2024 e passarão de 1.000 até 2030\. A China tem 219 bombardeiros, tipo de aeronave que o Japão não possui, e acrescentou mais de 80 nos últimos 10 anos, segundo a resposta. Os números, explicou a resposta, vêm de dados divulgados e de estimativas de instituições confiáveis, e o próprio governo chinês não tem transparência sobre seu poderio e seus equipamentos militares.

O porta-voz também citou exemplos de atividades: "a atividade de porta-aviões chineses a leste da ilha de Iwo, a intensificação da atividade militar, incluindo exercícios militares de grande escala em torno de Taiwan, e a frequente atividade de drones no lado do Pacífico (中国側の空母の硫黄島の東側での活動、それから台湾周辺での大規模な軍事演習を含む軍事活動の活発化、さらに無人機の太平洋側での頻繁な活動)". E prosseguiu: "o que acabo de expor é apenas uma pequena parte dos exemplos que mostram o reforço militar pouco transparente da China e a rápida expansão e intensificação de suas atividades nos últimos anos (以上申し上げたことは、中国の不透明な軍事力の増強と、近年の急激な活動の拡大、それから活発化を示す事例のごく一部に過ぎません)".

Segundo a resposta, esses fatos, e em especial sua falta de transparência, são justamente o que a região, incluindo o Japão, e a comunidade internacional devem acompanhar de perto. Como Koizumi afirmou no Diálogo Shangri-La, a posição do Japão é desenvolver de forma constante e atualizar continuamente sua capacidade de defesa, preservando a transparência, em meio a um ambiente de segurança severo, explicou a resposta.

A resposta acrescentou que o ponto mais importante é que Koizumi defende com veemência que o diálogo é ainda mais necessário justamente porque há diferenças de posição e divergências de opinião. O Japão espera que a China aumente a transparência, resolva as divergências pelo diálogo e aja com responsabilidade como grande potência, foi dito. Também se afirmou que, em vez de repetir alegações sem base em fatos onde a outra parte não está presente, a China deveria transmitir o que quer dizer em um diálogo direto. A posição do Japão é que todas as diferenças devem ser resolvidas por meio de diálogo em todos os níveis, e o Japão espera que a China compartilhe essa posição ao menos nesse ponto, segundo a resposta. Foi mencionado ainda que, em pesquisas de opinião recentes da ASEAN, o Japão tem sido apontado de forma consistente nos últimos anos como um dos países de maior confiança na ASEAN.

## Fontes (KST)

- Ministério da Defesa do Japão · 2026-10-23 08:42-08:47 · 防衛大臣記者会見(令和8年10月23日) · https://www.mod.go.jp/j/press/kisha/2026/1023a.html
- Estado-Maior Conjunto do Japão · 2026-10-23 · Event Summary/ Chinese Military Activities (10/20 avião de patrulha e avião de coleta de informações Y-9) · https://www.mod.go.jp/js/pdf/2026/p20261023\_01e.pdf
- Estado-Maior Conjunto do Japão · 2026-10-23 · Event Summary/ Chinese Military Activities (10/21 avião de coleta de informações Y-9) · https://www.mod.go.jp/js/pdf/2026/p20261023\_02e.pdf
- Estado-Maior Conjunto do Japão · 2026-10-20 · Event Summary/Chinese Military Activities (classe Luyang III 121, classe Fuyu 901) · https://www.mod.go.jp/js/pdf/2026/p20261020\_02e.pdf
- Estado-Maior Conjunto do Japão · 2026-10-19 · 中国海軍艦艇の動向について (classe Luyang III 122, classe Jiangkai II 576, classe Fuchi 889) · https://www.mod.go.jp/js/pdf/2026/p20261019\_02.pdf
- Estado-Maior Conjunto do Japão · 2026-07-07 · 中国海軍艦艇の動向について (classe Luyang II 153, classe Jiangkai II 599) · https://www.mod.go.jp/js/pdf/2026/p20260707\_01.pdf
- Estado-Maior Conjunto do Japão · 2026-07-29 · 中国及びロシア海軍艦艇の動向について · https://www.mod.go.jp/js/pdf/2026/p20260729\_01.pdf
- Estado-Maior Conjunto do Japão · 2026-07-30 · 中国海軍艦艇の動向について (classe Jiangkai II 546, classe Renhai 101) · https://www.mod.go.jp/js/pdf/2026/p20260730\_01.pdf
- Estado-Maior Conjunto do Japão · 2026-08-03 · 中国海軍艦艇の動向について (classe Renhai 103, classe Luyang III 124, classe Fuchi 903) · https://www.mod.go.jp/js/pdf/2026/p20260803\_01.pdf
- Ministério da Defesa do Japão · 2026-06-02 16:35-16:39 · 報道官会見(令和8年6月2日) · https://www.mod.go.jp/j/press/kisha/2026/0602b.html