Designação de sanções contra o banco estatal cubano BICSA é anunciada juntamente com serviços a banco iraniano desde 2022

O Departamento de Estado dos EUA designou o banco estatal cubano Banco Internacional de Comercio, S.A. como alvo de sanções em 15 de outubro de 2026. A declaração do secretário de Estado Marco Rubio citou como base para as sanções a Seção 2(a)(i)(A) da Ordem Executiva 14404. O motivo da designação é ter operado ou estar operando no setor de serviços financeiros da economia cubana. O nome oficial do alvo das sanções é Banco Internacional de Comercio, S.A., e sua abreviação é BICSA. A declaração do Departamento de Estado informou que o BICSA prestava serviços ao Karafarin Bank do Irã, entidade já designada, desde pelo menos 2022. O marco temporal a partir de 2022 e a prestação de serviços são transmitidos conforme declarado pelo Departamento de Estado. A declaração do Departamento de Estado registrou que o Karafarin Bank é um banco sancionado pelo Departamento do Tesouro em 2020, sob a Ordem Executiva 13902.
O secretário Rubio afirmou no comunicado que o presidente Trump deixou isso claro. O secretário Rubio disse que, sob o governo Trump, os Estados Unidos não tolerarão forças de fora do hemisfério que espalhem terrorismo, crime organizado e influência antiamericana na região. A expressão terrorismo é transmitida nos termos da declaração do secretário Rubio. O secretário Rubio disse que Cuba comunista foi autorizada por tempo demais a funcionar como um posto avançado para atores maliciosos e grupos terroristas. O secretário Rubio citou a República Islâmica do Irã como exemplo disso e descreveu o Irã no comunicado como o principal patrocinador estatal do terrorismo no mundo. Essa expressão também deve ser lida como atribuída à declaração do secretário Rubio. O secretário Rubio afirmou no comunicado que o Irã tem visado os Estados Unidos.
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O ponto central da designação de sanções é que o secretário de Estado Rubio designou o BICSA como alvo de sanções em 15 de outubro de 2026, de acordo com a Ordem Executiva 14404. Esta medida é uma designação de sanções por parte do Departamento de Estado. A declaração do Departamento de Estado não indicou que a ação representasse a aplicação de multa, nem registrou que qualquer pessoa tenha sido acusada criminalmente. A inclusão em uma lista de sanções e uma acusação judicial são procedimentos distintos. A declaração do Departamento de Estado explicou os efeitos das sanções sob a rubrica de implicações das sanções. De acordo com a explicação, todos os bens e interesses em bens da pessoa designada que estejam nos Estados Unidos ou sob posse ou controle de pessoas norte-americanas são bloqueados e devem ser comunicados ao Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro. A sigla em inglês para o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros é OFAC. A declaração do Departamento de Estado registrou ainda que qualquer entidade que pertença em 50 por cento ou mais, individualmente ou em conjunto, a uma ou mais pessoas bloqueadas também fica bloqueada.
A proibição de transações também foi registrada na declaração do Departamento de Estado. O comunicado explicou que transações ou operações comerciais realizadas por pessoas norte-americanas ou dentro da jurisdição dos EUA envolvendo bens ou interesses em bens de pessoas designadas ou de outra forma bloqueadas são proibidas, exceto quando autorizadas ou isentas. A declaração registrou que a proibição inclui fazer qualquer contribuição ou fornecimento de fundos, bens e serviços por, para ou em benefício de qualquer pessoa bloqueada, bem como receber qualquer contribuição ou fornecimento de fundos, bens e serviços de tal pessoa. O comunicado também informou que cidadãos estrangeiros que realizem transações com pessoas designadas sob a Ordem Executiva 14404 e cidadãos estrangeiros que tenham operado ou estejam operando nos setores de energia, defesa e material conexo, metais e mineração, serviços financeiros e segurança da economia cubana também enfrentam riscos de sanções. A declaração observou que pessoas não norte-americanas e instituições financeiras estrangeiras devem ter cautela ao lidar com partes sancionadas sob esta autoridade. O comunicado registrou que devolver ativos a uma parte sancionada ou transferir ativos para outra jurisdição para disponibilizá-los a essa entidade gera um risco significativo de sanções para pessoas não norte-americanas.
A declaração registrou que os bens e interesses em bens de pessoas bloqueadas sob os Regulamentos de Controle de Ativos Cubanos também são bloqueados. O comunicado explicou que esses regulamentos proíbem pessoas sob jurisdição dos EUA de negociar bens nos quais Cuba ou um cidadão cubano tenha interesse, exceto quando autorizadas ou isentas. O comunicado também detalhou a via para solicitar a revogação das sanções. A declaração afirmou que petições para exclusão da Lista de Cidadãos Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas podem ser enviadas por meio do portal de revisão da OFAC, e o comunicado também indicou a página de orientações sobre exclusão de listas do Departamento de Estado. A abreviação em inglês para essa lista é SDN List. O comunicado ressaltou que a força das sanções deriva não apenas da capacidade de incluir indivíduos na lista, mas também da disposição de removê-los em conformidade com a lei. A declaração afirmou que o objetivo final das sanções não é punir, mas provocar mudanças positivas de comportamento.
Declarações políticas do secretário Rubio também constam do comunicado. O secretário Rubio disse que o governo Trump não tolerará um Estado pária que abrigue atividades militares, de inteligência e terroristas estrangeiras hostis a menos de 100 milhas da costa dos Estados Unidos. As expressões a menos de 100 milhas e Estado pária são transmitidas conforme as frases da declaração do secretário Rubio. O secretário Rubio afirmou que buscará e desmantelará de forma agressiva as conexões financeiras e de segurança do regime cubano com o Irã e outros Estados e atores perigosos e hostis. As palavras conexões financeiras e de segurança também constituem expressões de objetivos utilizadas pelo secretário Rubio em sua declaração.
A declaração do Departamento de Estado informou que a Ordem Executiva 14404 autoriza amplas sanções contra Cuba. De acordo com o comunicado, o escopo inclui aqueles que auxiliam o aparato de segurança do regime cubano e os responsáveis pela repressão em Cuba e por ameaças à segurança nacional dos EUA. O comunicado registrou que esta medida também avança a Ordem Executiva 14380 e o Memorando Presidencial de Segurança Nacional 5. O título da Ordem Executiva 14380 é enfrentar a ameaça representada pelo governo de Cuba aos Estados Unidos, e o comunicado informou que o Memorando Presidencial de Segurança Nacional 5 orienta a administração a melhorar os direitos humanos, incentivar o Estado de direito, fomentar os livres mercados e a livre iniciativa e promover a democracia em Cuba. Esse ponto é a base de políticas citada pela declaração do Departamento de Estado, e a linha jurídica para a designação do BICSA é a Seção 2(a)(i)(A) da Ordem Executiva 14404.